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Filmes em 3D: uma mentirinha de leve…

17 fev

Imagem de um óculos 3D

Hello people!

Acho que  já devo ter comentado em outros posts mas, eu amo cinema. Amo tanto, que já passei fins de semana inteiros assistindo filme parando só para dormir fazer  a higiene pessoal e comer. Existem filmes que já assisti mais de 10 vezes e assistiria mais 10. No entanto, tenho apenas a visão de um leigo no assunto quando o quesito é mais técnico. Nesse caso, Fabrício Cordeiro (gosto muito dos textos dele e da opinião dele sobre cinema em geral) me corrija se eu estiver errado! :D

Bom, no início tudo era o caos. Os projetores eram simples. As imagens eram simples. E um dia disseram: e que se faça o 3D! Pronto. Fudeu. Agora tudo é 3D. Pipoca 3D, ingresso 3D, cadeira 3D, celular, TV, enfim… Tudo que puderem enfiar em 3D eles o farão. Não vejo tanto problema nisso… Desde que o 3D funcione.

Esse hype começou com Avatar. Uma superprodução, com uma história meio batidinha (diria que é um Romeu e Julieta meio high-tech) mas com efeitos 3D fantásticos. Fiquei horas na fila entre comprar o ingresso e entrar na sala de fato. Cinema lotado e um filme longo que nem cheguei a ver o tempo passar. Me impressionou muito na época os efeitos. Em diversas partes do filme, me senti dentro das cenas e em outras os bichinhos e negocinhos que explodem realmente saíam da tela. Pensei: “Poxa… Esse negóço de 3D é #fuck yea hein?”. Valeu cada centavo. E olha que paguei sem desconto de estudante. Pois bem.

Como bom nerd, quando vi nos cartazes: “Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma” em 3D. Fiquei contando os dias pra data de estréia (foi semana passada), não dormi, rezei 3 Ave Marias pra acalmar os ânimos dentre outras simpatias. Apesar de não ser o filme que mais gosto (pra mim só vale a corrda de pods e a luta de Darth Maul contra Obi-Wan e Qui-Gon Jinn), pensei: “É Star Wars manolagem! E é 3D!!”.  Mas confesso que senti um pequeno distúrbio na Força quando vi o cartaz. Vou explicar…

Me lembro quando saiu Tron: O legado. Não lembro de ter assistido a primeira versão do filme mas lembro que foi muito bem falada pra época. E achei interessante a ideia de ir no cinema ver a Olivia Wilde essa versão nova, muito bonita, produzida pela Disney e poxa, em 3D (eu ainda estava com a vibe do Avatar ainda). O filme é bom. Mas a maioria das cenas são diálogos filmados em cenários normais ou estáticos. Não tem como você ver algo realmente em 3D. No Avatar existem cenas assim também, mas o cenário foi trabalhado pra ser mostrado em 3D, então você sente a diferença. Não sei também se depois de umas horas assistindo o filme você se acostuma com o efeito 3D ou se é balela mesmo. Pra tirar a prova no Tron, eu tirava o óculos pra ver a diferença… Resultado: legendas em 3D. -.-

O Episodio I do Star Wars, foi um dos filmes que mais assisti da série toda, apesar de ser o que menos gosto. Não que ele seja ruim (Star Wars não é ruim u.u. Ele só é menos bom), mas tem alguns detalhes da história que são cruciais ali… E ele tem muita cena estática como no Tron. Senti a mesma coisa… O 3D estava ali só pelo marketing. Até as cenas de mais ação, senti que deixaram a desejar. Pra garantir, teve hora no filme que eu tirei o óculos pra ver se tinha diferença: legendas em 3D. -.-

No fim das contas, valeu a pena assistir pela nostalgia, mas o 3D como em outros filmes que vi, foi pra requentar a marmita ao dobro do preço.

Já foram também ver “A Bela e a Fera” em 3D?

C ya Web Cowboys!
André @mrspinner

5ª Mostra O Amor, a Morte e as Paixões

27 jan

 

Começou ontem a V Mostra O Amor, a Morte e as Paixões. Essa mostra, que traz ao público de Goiânia alguns quilos de cinema diverso, teve sua última edição em 2004, acumulando um forte sentimento de nostalgia cinéfila na cidade. Serão duas semanas (termina em 09/02) e cerca de 60 filmes, ritmo acelerado para os mais animados. Alguns de meus textos serão publicados em jornal, outros, só aqui. De todo modo, pretendo registrar no blog algumas ou muitas linhas sobre o que conseguir assistir, às vezes não tão precisas, escritas no limite de um possível cansaço no fim dos dias.

 

Enquanto isso, segue aí uma pequena lista de recomendações:

  • Deixa Ela Entrar, de Tomas Alfredson (Suécia) – filme sueco de vampiro, filme de primeiras paixões. Uma beleza.
  • O Espião que Sabia Demais, de Tomas Alfredson – das atmosferas mais envolventes que vi nos últimos anos. Pegada do filme está na trilha, no clima, na cadência e, enfim, nos muitos sentimentos que pontuam um enredo de espionagem que nem importa tanto. E Gary Oldman tem o filme no bolso.
  • Habemus Papam, de Nanni Moretti (Itália) – um Papa em crise. Ou um ator em crise. De qualquer jeito, é muito bom.
  • As Canções, de Eduardo Coutinho (Brasil) – pessoas cantando, cantando pessoas. Coutinho é grife. E das melhores.
  • Tetro, de Francis Ford Coppola – esse fica recomendado pelo nome, pois Coppola em tela grande é sempre de interesse. Um Coppola menor, mas com aquela forte carga pessoal de muitos filmes menores.
  • Tio Boonmee que Pode Recordar suas Vidas Passadas, de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia) – ao lado dos Alfredson, pode ser a melhor seleção da Mostra. Será debatido após a sessão de 03 de fevereiro.

 

Os que não vi, mas que me interessam muito:

  • L’Apollonide – Os Amores da Casa de Tolerância, de Bertrand Bonello (França)
  • Luzes na Escuridão, de Aki Kaurismäki (Finlândia)
  • O Porto, de Aki Kaurismäki (Finlândia)
  • Triângulo Amoroso, de Tom Tykwer (Alemanha)
  • Submarino, de Thomas Vinterberg (Dinamarca)
  • Hiroshima – Um Musical Silencioso, de Pablo Stoll (Uruguai)
  • Turnê, de Mathieu Amalric (França)
  • Isto Não É um Filme, de Jafar Panahi e Mojtaba Mirtahmasb (Irã)
  • Cartas do Kuluene, de Pedro Novaes (Brasil)
  • J. Edgar, de Clint Eastwood (EUA) – estreia no circuito na mesma época da mostra, sendo exibido ao lado dos demais.
Por Fabrício Cordeiro
@fabridoss 

Katy Perry Barbie

9 dez

EU quero, haha!

A boneca Barbie de Katy Perry acaba de ser revelada e tem um aspecto delicioso. O vestido foi inspirado num modelo cupcake que a cantora usou na digressão «California Dreams» e é feito de 70 pequenos bolos pintados à mão.

A boneca também traz tatuagens, umas sabrinas cor-de-rosa, collants com brilhantinas e a fazer de microfone um cone de gelado.
A Mattel acaba de confirmar também uma Barbie em homenagem a Nicki Minaj.

Ambas são uma edição muito limitada, de apenas um exemplar.

Cada uma das bonecas vai ser leiloada para caridade a partir de 7 de Dezembro, O lance inicial é mil dólares e as receitas revertem a favor do projecto Angel Food.

Essa postagem veio daqui!

Lembrete – Feira de adoção

2 dez

Fashion em tempos de recessão + dica de blog

29 nov

Achei essa postagem divina em um blog que vou indicar hoje para vocês. Além de ter dicas muito legais de moda e como utilizar peças comuns e fashions, tem alguns textos (em inglês) para reflexão. Daí que eu escolhi postar esse. Sei que a recessão em si, não chegou com tudo por aqui ainda (sim, eu acredito que ainda chegue, mas tomara que eu esteja errada né?) mas é muito instrutivo, para pensarmos sobre.

Há alguns meses atrás havia um artigo na revista Vanity Fair, que mencionou que as esposas dos corretores da bolsa  armazenavam cupons (de desconto), não porque eles precisavam  poupar dinheiro na mercearia, mas porque era a coisa legal a se fazer. Era como se estas mulheres dissessem: “Olhe para mim! Eu posso ser humilde e pobre como todos os outros. ”
Todo mundo sabe que estamos no meio de uma recessão. Todos nós temos amigos que perderam o emprego. A maioria de nós tivemos que apertar o cinto, mesmo quem estava entre os afortunados que não foram fortemente atingidos pela situação econômica. Mas eu não quero falar sobre maneiras de economizar dinheiro ou dicas sobre o orçamento, o que eu gostaria de discutir é como a moda respondeu à crise financeira.
A moda é intuitiva.  O que está no ar que inspira estilistas para criar looks novos? Por que editores de moda  sentiram que o estilo  é “agora”? Porque é que fazem casacos retrô, camisas xadrez, vestidos de vovó, e meias parecem tão bonitas hoje, enquanto eles negavam essas peças há alguns anos atrás? É muitas vezes um pouco nebulosa. A moda é uma resposta intuitiva para os tempos e muitas vezes é difícil ver as grandes tendências até mesmo depois que já aconteceu.
As crianças na foto acima estão usando milhares de dólares em roupas de grife, mas parece que eles acabaram de sair de um brechó. É o oposto de todo ostensivo trabalho de designers,  realizado há alguns anos atrás. A moda está nesta tendência, pelo menos, de responder à recessão, dando-nos um olhar mais eclético, empobrecido para o fashion.
Chamá-lo de “brechó-chique” ou “eclético”, essa tendência faz muito sentido. Estamos todos tentando encontrar maneiras de economizar dinheiro. Alguns anos atrás eu não teria sonhado em comprar roupas em um brechó, mas agora fazer compras de vestuário usado está na moda e eu também faço compras por lá. Toneladas de blogs são dedicados a este tipo de atitude. É legal usar roupas desencontradas, T-shirts rasgadas presas com alfinetes de segurança, peças de couro envelhecido, e os itens que se parecem com eles poderia ser vintage, mesmo sendo novos. Pessoalmente, eu estou gostando da liberdade e individualismo dessa tendência que a recessão inspirou.

O que você acha do estilo “brechó-chique” ? Você acha que o problema financeiro atual tem impactado as tendências da moda? Tem alterado seu senso de moda ou apenas os seus hábitos de compras?

O blog é http://thestyleconfessions.com

 Sobre a autora.

Heather Fonseca é esposa e designer. Embora ela tenha ido para escola para aprender a se tornar uma designer de moda, em uma reviravolta divertida da vida, agora projeta bonecas de moda teen como a Barbie. A moda tem sido a paixão de Heather durante o tempo que ela pode se lembrar. Ela era uma daquelas crianças que estava sempre rabiscando durante a aula. Garotas bonitas vestindo roupas da moda decorado todos os seus notebooks e as margens das notas de aula.
Depois do ensino médio Heather entrou Otis College of Art e Design e se formou em Design de Moda. Em seu primeiro ano se transferiu para Parsons em Paris e passou os próximos dois anos absorvendo moda parisiense, assistindo a cada desfile.
Não muito tempo depois de se formar Heather conseguiu um emprego dos sonhos, desenhar roupas para a boneca que ela tinha passado tanto tempo, a Barbie! Enquanto estava na Mattel, ela criou de tudo para a bonecas , desde um terno com  preço acessível, até cars  fantasias para as barbies de colecionadores adultos.   Seu amor em curso de moda tem se derramaram em seu blog “The Confessions Estilo ™”.  Ela também leciona no Centro de Artes de costura em Santa Monica.

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